Importação de alimentos e ingredientes
Do fornecedor global ao mercado brasileiro.
Estruturamos a importação de alimentos, ingredientes, bebidas, sucos, óleos, frutas, vegetais e aditivos, integrando requisitos regulatórios, comerciais, fiscais, aduaneiros e logísticos.

Onde surgem os riscos
Importar não é apenas comprar e transportar.
A autoridade, os documentos, o momento do licenciamento e os custos dependem da composição, apresentação, finalidade, origem, processo produtivo e classificação fiscal.
O produto pode entrar e ser vendido no Brasil?
Avaliamos categoria, composição, ingredientes, padrões, restrições e uso pretendido.
ANVISA, MAPA ou atuação conjunta?
Mapeamos competências sanitárias, agropecuárias, de qualidade e fitossanitárias.
Qual NCM e tratamento administrativo?
Relacionamos características técnicas, classificação fiscal, atributos e anuências.
Quais registros e licenças são necessários?
Verificamos empresa, estabelecimento, produto, ingrediente e atos prévios.
O fornecedor consegue emitir os documentos?
Validamos certificados, laudos, especificações, modelos e entidades emissoras.
A operação é comercialmente viável?
Integramos tributos, câmbio, Incoterm, armazenagem, demurrage e cadeia fria.
Escopo completo
Da viabilidade à nacionalização.
Os módulos podem ser contratados separadamente ou integrados, conforme produto, país de origem, fornecedor e estágio da operação.
Caracterização e enquadramento
Identidade, composição, processo, apresentação, finalidade, shelf life, embalagem, padrões de identidade e qualidade, microbiologia, contaminantes e resíduos.
Habilitações e estabelecimentos
CNPJ e CNAEs, RADAR/Siscomex, licença sanitária, cadastros na ANVISA, SIPEAGRO, responsável técnico, armazéns e operadores terceirizados.
Registro, notificação e comunicação
Definição da rota aplicável e das obrigações que permanecem mesmo quando o produto está dispensado de regularização individual.
Informação ao mercado brasileiro
Denominação, ingredientes, alergênicos, tabela nutricional, advertências, conteúdo, lote, validade, conservação, origem, importador e alegações.
Fornecedor, contrato e viabilidade
Due diligence, especificações, critérios de aceite, Incoterm, pagamento, MOQ, lead time, seguro, responsabilidades, amostras e validade remanescente.
NCM, tributos e custo nacionalizado
Classificação sustentada tecnicamente, II, IPI, PIS/Cofins-Importação, ICMS, valor aduaneiro, origem e cenários de câmbio, modal e volume.
Portal Único, LPCO e DUIMP
Catálogo de Produtos, operador estrangeiro, atributos, tratamento administrativo, LPCO/LI, DUIMP/DI, PCCE e dossiê documental.
Embarque, inspeção e armazenagem
Modal, ponto de entrada, fiscalização, coleta, cadeia fria, transporte interno, recinto alfandegado, armazenagem e sobre-estadia.
Dossiê técnico e aduaneiro
Especificação, composição, fluxograma, laudos, certificados, invoice, packing list, conhecimento de carga, seguro e declarações.
Rastreabilidade e comercialização
Nacionalização, rotulagem final, armazenamento, controle de qualidade, rastreabilidade, reclamações, recolhimento e monitoramento regulatório.
Categorias prioritárias
Requisitos específicos para cada tipo de alimento.
O enquadramento final é sempre produto × composição × apresentação × finalidade × país de origem.
Óleos vegetais
Origem botânica, extração e refino, misturas, antioxidantes, identidade, qualidade, contaminantes, embalagem e destinação.
Sucos e bebidas
Teor de fruta, concentração, açúcares, aditivos, denominação, padrões MAPA, SIPEAGRO, certificados e rótulo.
Frutas e vegetais
Requisitos fitossanitários por origem, certificado, tratamento, inspeção Vigiagro, classificação, resíduos e cadeia fria.
Ingredientes
Identidade, processo, histórico de consumo, uso industrial, especificações, alergênicos e avaliação como novo ingrediente.
Aditivos
Lista positiva, função, categoria de destino, limite, pureza, veículos, solventes e eventual petição de extensão de uso.
Uma decisão coordenada, não uma sequência isolada.
ANVISA — segurança, ingredientes, aditivos, embalagens, regularização sanitária, rotulagem e anuência quando aplicável.
MAPA e Vigiagro — bebidas e sucos, produtos vegetais, registros, identidade e qualidade, classificação e controles fitossanitários.
Receita Federal, Secex e Siscomex — habilitação, NCM, tributos, Catálogo de Produtos, LPCO, DUIMP/DI e despacho.
- A competência não deve ser presumida pelo nome comercial.
- Licenças e certificados prévios precisam ser resolvidos antes do embarque.
- A dispensa de registro não elimina requisitos de segurança, composição e rotulagem.
Como trabalhamos
Uma rota clara em seis etapas.
O método organiza informação, responsáveis e pontos de decisão para reduzir retrabalho e custos extraordinários.
Viabilidade
Produto, origem, fornecedor, volumes, mercado e riscos.
Classificação
Categoria, autoridades, NCM e atributos.
Regularização
Empresa, estabelecimento, produto e rótulo.
Pré-embarque
LPCO, licenças, certificados e dossiê.
Desembaraço
Anuência, inspeção, coleta e liberação.
Pós-entrada
Rastreabilidade, estoque e comercialização.
Entregáveis possíveis
Conhecimento técnico transformado em operação.
O formato final depende da categoria, das autoridades, do país de origem e do estágio do projeto.
Perguntas frequentes
Antes de começar.
Todo alimento importado precisa de registro?
Não. O caminho pode ser registro, notificação, comunicação à vigilância sanitária ou dispensa de regularização do produto. A dispensa não elimina requisitos de segurança, composição, rotulagem e controle da importação.
É possível definir a licença apenas pela NCM?
Não com segurança. A NCM é essencial, mas o tratamento pode depender de atributos, finalidade, composição, origem e condições da operação.
ANVISA ou MAPA: qual órgão se aplica?
Depende da categoria. Há produtos sob competência predominante de um órgão e operações com controles complementares de ANVISA, MAPA e Vigiagro.
Quando a análise deve começar?
Antes de fechar o pedido comercial. Licenças ou certificados prévios não podem ser corrigidos sem custo quando a carga já está em trânsito.
A consultoria garante a liberação da carga?
Não. A decisão cabe às autoridades. O trabalho organiza enquadramento, documentação, licenças e operação para reduzir inconsistências e retrabalho.
Próxima operação
Qual produto sua empresa quer importar?
Conte o produto, o país de origem, o fornecedor e a etapa atual. Vamos identificar os principais requisitos e o melhor ponto de partida.
